floquinhos

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Flores sempre encantam


Ontem resolvemos sair para comprar novas flores para reposição nos vasos do terraço. E que lugar melhor para comprar lindas flores e arranjos que o Uemura - Flores e Plantas, na Vila Leopoldina? Depois de escolher novos  brincos de princesa, e algumas orquídeas, dei com uns arranjos (ou terrários, como queiram), montados com uma mistura de orquídeas e suculentas e, claro não resisti. Escolhi duas lindas mini-orquídeas e algumas suculentas, um vaso muito lindo e levei para que Magda, a habilidosa florista, montasse meu arranjo. E não poderia ter ficado melhor. Trabalho primoroso, que não poderia deixar de mostrar aos leitores e amigos do Prosa, esperando enfeitar o domingo de cada um de vocês. 


Como nos velhos Carnavais


Sábado de Carnaval. A cidade tão tranquila, antigamente, por esta época, vive agora a agitação da folia, dos blocos de rua, permitindo a este povo tão sofrido, um respiro, um riso aberto, um canto preso na garganta. Nós, aqui de casa, não somos foliões, mas gostamos de ver a alegria tomar conta dos espaços. Homens, mulheres e crianças, fantasias improvisadas, enchendo as ruas e as praças com seus cantos e seus gingados, alguns graciosos, outros desconjuntados, mas o que importa mesmo é que estão desafogando suas mágoas e seu temores em rítmo do "Zé Pereira"... 

"Salve o Zé Pereira,
Salve o Zé Pereira,
Salve o Zé Pereira,
Salve o Carnaval..."

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018


Há tempos eu não trabalhava com flores. Houve um tempo em que elas eram meu passatempo predileto. Criá-las em tecido, tanto para decoração quanto para lapelas de vestido, grinaldas ou bouquets de noiva. Na verdade, tive épocas para cada um dos "brinquedinhos" que preenchiam minhas horas de folga. Artesanato, pintura a óleo de imagens barrocas, en vidro, em tecido, tricô a máquina, crochê... então trabalhei fora, com meu filho, por quatorze anos, e meus passatempos ficaram esquecidos. Com o falecimento de mei marido, passei a viajar e viajar. Agora, querendo paz e aconchego, volto aos meus passatempos. Ando fazendo "artes" (rssss), novamente. Muito crochê, montagem de porta guardanapos e guirlandas e, finalmente de volta aos arranjos de flores, esta floreira que acabo de montar para minha lareira. Só quem gosta de trabalhos manuais sabe o prazer que dá ver sua criação pronta. Estou toda prosa!


quarta-feira, 10 de janeiro de 2018


O dia amanheceu enfarruscado, prevendo a continuidade de chuvas, mas o sol, teimoso, parece querer rasgar as nuvens aqui e alí, dando a impressão de que vai iluminar as cidades e os campos. Afinal, estamos num verão com carinha de primavera, com chuvas intermitentes. Num calor abafado, haja ventilador ou ar condicionado! E o que há de melhor a fazer num dia destes? Facil. O aconchego de uma poltrona, um bom livro ou filme, talvez ouvir música enquanto se monta um quebra cabeças, ou enquanto se trança pontos de crochê? E um café num bate papo em boa companhia? Melhor impossível, não? Claro que há os que preferem uma boa soneca, ou um passeio por aí... Cada um com suas preferências. Eu cá, gosto mesmo de de estar no meu cantinho, num dia assim... Mas, passadas as Festas de fim de ano, regressando a casa depois de um mês, ainda me resta desmontar toda a decoração de Natal: árvore, presépio, etc. e tal, por isso, o livro, a música, o aconchego, vão ter de esperar... 


domingo, 31 de dezembro de 2017

Ausência




Neste último dia de 2017, uma chuva incessante molha a cidade e os campos e torna ainda mais doída a saudade que aperta meu coração. Quinze anos sem você! Quinze anos sem seus braços a me envolver, sem sua voz doce dizendo "Duzinha, minha flor..."  Quinze longos anos de ausência. Mais um Réveillon em que, mesmo ausente, você estará presente em cada um de nós, meu amado....
Que Deus o tenha em Suas mãos. 


sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

É Natal


Tempo de desejar aos leitores e aos amigos do Prosa um

FELIZ NATAL!


terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Atividades



De volta aos livros de colorir...
Depois de meses envolvida com outras atividades, aqui estou eu, novamente entre caixas e latas de lápis de cor, lentes de aumento (afinal olhinhos de vovós precisam de ajuda), borrachas especiais, apontadores, etc... etc..., mergulhada na magia dos livros de colorir. Parece bobo, infantil, mas é muito relaxante, desperta aquela menina que, teimosamente insiste em viver ainda em mim.
Arrumava uma gaveta quando os vi, quietinhos, esquecidos naquele cantinho. Comecei a folhear um a um, apenas por folhear, mas quando dei por mim, já estava entre lápis e mais lápis de cor, selecionando com quais iria começar e passei horas debruçada sobre um delicado livro de fadas que ganhara no Natal passado. 
Quem disse que pessoas idosas nunca tem o que fazer? Falta-me tempo para tanta atividade no meu dia a dia, entre meus livros, meus trabalhos de crochê e artesanato, meus hábitos de montar  e resolver quebra-cabeças, sem contar um tempo guardado para as redes sociais. Graças a Deus, pois assim é que se valoriza mais o presente que Deus nos dá a cada dia, que é o seguir caminhando nesta longa e abençoada jornada.